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geração à rasca

em que os vizinhos se cumprimentavam. “ficar” não existia. as pessoas se...
Percebo hoje que a sociedade é cada vez mais...
uma reclamação
o frio que deixava minhas unhas azuladas
a...
Fui amigo meu. Eu, pra mim, fui bem. Andava meus pés, mas deixei-me aqui. Não fiquei nenhum. E...
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“(…) Outra vez a olharem para mim de lado! O que é que foi? Qual é o problema? Estou farta de gente antiquada e cheia de preconceitos. Uma pessoa agora não pode vestir-se como quer! Mas que merda. Lá porque me visto toda de preto e tenho o cabelo cor de rosa isso não significa que seja de outro planeta.
Se as pessoas não gostam daquilo que uso não olhem. É preciso fazerem comentários e ficarem de boca aberta a olharem para mim! Tipo, se eu não descrimino o vestuário dos outros porque é que os outros criticam o meu?
Estou tão farta de ver as pessoas a olharem para mim como se fosse anormal, ou pior, como se fosse drogada ou alcoólica, como se fosse uma má companhia. Pelo contrário, sou óptima aluna, não bebo, não fumo, não me drogo. Apenas gosto de vestir-me de forma diferente, de ter o meu próprio estilo. Às vezes as aparências iludem… (…)”
Pós modernidade, uma crítica á modernidade, uma crítica á sociedade
Setembro 2011
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