About
Search keywords
Following
Liked posts
geração à rasca

em que os vizinhos se cumprimentavam. “ficar” não existia. as pessoas se...
Percebo hoje que a sociedade é cada vez mais...
uma reclamação
o frio que deixava minhas unhas azuladas
a...
Fui amigo meu. Eu, pra mim, fui bem. Andava meus pés, mas deixei-me aqui. Não fiquei nenhum. E...
Follow me
“(…) Não como carne. Não como peixe. Não como ovos. Não como lacticínios. Sou vegetariana. Há cinco anos que não consumo nada de origem animal, apenas legumes, soja, tofu e pouco mais. Não, não passo fome, como a maioria das pessoas pensam. Não, não sou esquelética. Não, não estou a fazer dieta. Não, não quero emagrecer. Apenas quero ter uma alimentação mais saudável e um estilo de vida mais sustentável, mais amigo do ambiente.
A maioria dos meus amigos pensa que sou parva. A maioria dos meus familiares pensa que enlouqueci. A maioria das pessoas que acaba de me conhecer pensa que sou muito “fixe”.
Tenho 30 anos e adoptei este estilo de vida aos 25. Antes só consumia alimentos ricos em calorias: carnes vermelhas, fritos, doces, salgados… Perguntam-me constantemente se não tenho saudades de um bom bitoque ou de um cheeseburguer. Se não tenho saudades de um gelado do McDonalds ou de uma pizza do PizzaHut. Pode parecer estranho mas não. Pelo contrário, sempre que entro em algum restaurante de fast food fico logo enojada ou enjoada com o cheiro a gordura ou com a forma como as pessoas devoram os alimentos. Consomem-nos tão rápido que nem sequer têm tempo para sentir o paladar na boca.
Ser vegetariano não é uma moda, que se adopta e se deixa quando bem se apetece. É um estilo de vida, uma forma de ser. (…)”
Pós modernidade, uma crítica á modernidade, uma crítica á sociedade
Outubro 2011