About
Search keywords
Following
Liked posts
geração à rasca

em que os vizinhos se cumprimentavam. “ficar” não existia. as pessoas se...
Percebo hoje que a sociedade é cada vez mais...
uma reclamação
o frio que deixava minhas unhas azuladas
a...
Fui amigo meu. Eu, pra mim, fui bem. Andava meus pés, mas deixei-me aqui. Não fiquei nenhum. E...
Follow me
“(…) Não quero continuar a estudar. Não gosto de estudar. Nunca gostei. Não é agora que vou começar a gostar. Tenho 16 anos e estou no 9º ano. Sim, já chumbei duas vezes. Qual é o problema! Não podem ser todos inteligentes e tirar boas notas. Eu sou burro e prefiro ser burro e ter só “negas” do que ser o melhor aluno e ser tratado como “beto” ou “cromo”.
Não gosto de estudar. Quero é trabalhar. E ganhar “money” para comprar as minhas “cenas”. “Tipo”, já tenho idade para trabalhar. Mas os meus “cotas” não deixam. Dizem que sou um miúdo e que tenho é de estudar e ir para a universidade. Mas eu não quero ir para a universidade. Quero é arranjar um bom emprego e ter dinheiro para as minhas “cenas”.
Não “curto” nada estar na escola. Eu quero é “curtir” a vida e preciso de “money” para isso. Não tenho paciência para aturar “stores” chatos, “pitas” armadas em espertas e parvalhões com “a mania”. Mas o pior de tudo é mesmo os testes e os trabalhos. Não percebo nada e não “gramo” nada estudar.
“Tipo”, eu quero é trabalhar. Estou farto de estudar. (…)”
Pós modernidade, uma crítica á modernidade, uma crítica á sociedade
Outubro 2011