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geração à rasca

em que os vizinhos se cumprimentavam. “ficar” não existia. as pessoas se...
Percebo hoje que a sociedade é cada vez mais...
uma reclamação
o frio que deixava minhas unhas azuladas
a...
Fui amigo meu. Eu, pra mim, fui bem. Andava meus pés, mas deixei-me aqui. Não fiquei nenhum. E...
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“(…) No outro dia, quando estava à procura da camisa azul no armário, fiquei espantado com a quantidade de roupa e acessórios que a minha mulher tem. Vestidos, saias, blusas, blasers, malas, sapatos… de todas as cores, tamanhos e feitios. É por isso que nunca encontro nada no armário! Está cheio com aquela tralha toda. Para que é que é preciso ter tantos trapos e trapinhos! Aposto que a maioria das coisas nem sequer são utilizadas e muito menos estreadas. A quantidade de peças com etiqueta é exorbitante.
Não sei porque é que as mulheres precisam de tanta roupa. Para mim meia dúzia de jeans, camisas e um ou dois sapatos chegam para remediar em cada estação. Se alguma peça deixa de servir-me ou fica imprópria para vestir compro outra nova para a substituir. Não faço como a minha mulher que todas as semanas compra roupa que muitas vezes só usa uma ou duas vezes.
Não compreendo porque é que as mulheres precisam de tanta coisa. Para nós homens, poucas peças chegam para ficarmos bem em qualquer ocasião. (…)”
Pós modernidade, uma crítica á modernidade, uma crítica á sociedade
Julho 2011
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